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            "note": "<p>(private-note)=== Comentários ===  Este capítulo apresenta três estudos de caso do que os autores chamam de \"virtual fieldwork\":  % Maybe some of our metaphorical fieldwork is better done at home in front of our computers, watching a television program, listening to a radio broadcast, and so forth — all technologies that can be included in research methods we include under the rubric \"virtual fieldwork\" (p. 90). ==== Talvez alguns de nossos trabalhos de campo metafóricos sejam melhores feitos em casa, na frente de nossos computadores, assistindo um programa de televisão, ouvindo uma estação de rádio e assim por diante — todas as tecnologias que podem ser incluídas nos métodos de pesquisa que rotulamos como \"virtual fieldwork\". ====  % Virtuality, as we are using the term, is the technological mediation of human interaction (for example, a telephone conversation places another’s voice and ear virtually in your hand, and an e-mail exchange can become a slow-motion texted conversation), and also technologically communicated and constituted realities (the online video itself, the e-mail message itself, the chat room, even the Internet itself, as well as not-so-new technological products such as a film as it is screened, a sound recording as it is auditioned, etc.) (p.90). ==== Virtualidade, como estamos utilizando o termo, é a mediação tecnológica da interação humana (por exemplo, uma conversa telefônica coloca a voz e a audição de outra pessoa virtualmente em sua mão, e uma troca de e-mails pode tornar-se uma conversa de texto em câmara lenta), e também realidades tecnologicamente comunicadas e constituídas (o vídeo online, a mensagem de e-mail, o chat, até mesmo a própria Internet, assim como os não tão novos produtos tecnológicos, como um filme que é assistido, uma gravação de som que é ouvida, etc.). ====  [Aqui me ocorre, por conta da referência de Taylor (2007), a relação que a etnomusicologia sempre teve com a tecnologia desde o início. Devo explorar um pouco esse aspecto em minhas argumentações].  ---  Hine, C. M. 2000. 'Virtual Ethnography':http://www.citeulike.org/user/lcaroso/article/171785 . London: SAGE Publications.  Lange, Barbara Rose. 2001. 'Hypermedia and Ethnomusicology':http://www.citeulike.org/group/11239/article/5345373 . ''Ethnomusicology'' 45(1):132–49.  Lysloff, R. T. A. 2003. 'Musical community on the internet: An on-line ethnography':http://www.citeulike.org/user/lcaroso/article/2823284 . ''Cultural Anthropology'' 18 (2), 233-263.  Marcus, George E. 1995. 'Ethnography in/of the World System: The Emergence of Multi-Sited Ethnography':http://www.dourish.com/classes/readings/Marcus-MultiSitedEthnography-ARA.pdf . ''Annual Review of Anthropology'' vol. 24, 95–117.  Meizel, Katherine. 2006. ‘‘ ‘Be a Fan, Not a Hater’: Identity Politics and the Audience in American Idol.’’ 'Pacific Review of Ethnomusicology' ,12. http://www.ethnomusic.ucla.edu/pre/Vol12/Vol12html/V12Meizel.html . Disponível também em 'PDF':http://www.ethnomusic.ucla.edu/pre/Vol12/Vol12pdf/Meizel.pdf .  Miller, Daniel, and Don Slater. 2000. 'The Internet: An Ethnographic Approach':http://www.citeulike.org/user/lcaroso/article/258760 . Oxford: BergPress.  Miller, Daniel, Don Slater, and Lucy Suchman. 2004. ‘‘Anthropology.’’ In 'Academy and the Internet':http://www.worldcat.org/oclc/50604845 , edited by Nissenbaum and Price. New York: Peter Lang.  Taylor, Timothy D. 2007. ‘‘The Commodification of Music at the Dawn of the Era of ‘Mechanical Music.’ ’’ ''Ethnomusicology'' 51(2):281–305.</p>",
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Na tentativa de responder a tal questão ele dedica-se à análise de uma ''rainy season song'' (que eu estou traduzindo como \"canção de chuva\") que apresenta o \"mistério\" de ter as suas relações melódicas mantidas, mas o seu centro tonal elevando-se de forma microtonal a cada seção durante a performance.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- O autor lança três questões que segundo ele são importantes na etnomusicologia:</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>* O uso das categorias êmicas ''versus'' as categorias éticas na análise musical</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>* O papel da transcrição na disciplina</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>* A utilidade de abordagens múltiplas na análise de um determinado fenômeno musical</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- Em seguida a canção é parcialmente transcrita.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- [Me chama a atenção o fato de Seeger usar a expressão \" '''a canção foi composta há não mais de quarenta anos''' \" . Seria \"composta\" o termo mais adequado para um processo de transmissão oral e o contexto em questão?]</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- Segundo Seeger \"esta é uma típica canção de chuva suyá. ''Jo-jo-ha-i'' e suas permutações são o que eles chamam de \"palavras-canção\", por não conterem referências diretas\".</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- [ '''Ponderar a possibilidade de mostrar no slide o texto. Se ficar complicado, simplesmente reproduzir a partitura''' ]</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- Texto da canção:</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>::: '''The catfish is singing with its face painted for log racing'''</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>::: '''The big-mouth bass is sing with its body painted for log racing'''</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- \"Pintura do rosto e do corpo são condutas importantes na preparação de cerimônias\"</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- \" ''Log racing'' (eu estou traduzindo como \"corrida de tora\" ) é uma combinação de cerimônia e esporte\" onde os índios correm com grandes toras de lenha (madeira) pela aldeia.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- Quando Seeger perguntou aos Suyá o porquê das referências aos peixes, foi-lhe dito que os peixes também praticam a corrida de tora e cantam essas canções durante tal cerimônia.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- \"Há algo incomum no cantar, no exemplo 3.1 do cassete. Avance a fita para o exemplo 5.1 e ouça a gravação das primeiras linhas de cada verso. Os homens vão elevando progressivamente a nota inicial e, em seguida, rebaixam-na em cada uma das codas. Esta gradual elevação da \"altura absoluta\" ocorre enquanto a relação entre as notas mantém-se praticamente constante. Em outras palavras, a melodia permanece a mesma enquanto todo o resto sobe\".</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- [Tanto a análise de Roseman quanto uma posterior feita pelo próprio Seeger, lançaram mão de equipamentos de laboratório]</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- [ É importante para a minha apresentação o que Seeger diz: \"Na transcrição as notas são atribuídas a uma altura constante e a transcrição foi elaborada como se não houvesse a já referida elevação microtonal. Os acidentes estão referidos na partitura, salvo indicação em contrário. As letras maiúsculas [A, B, C] indicam as sessões da peça, com a forma ABABACACACACA; ABABACACA (mas com o texto ligeiramente diferente na segunda metade). As alturas inicias das cinco notas são:</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>::: '''Nota 1 = A# + 6 cents'''</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>::: '''Nota 2 = C + 7 cents'''</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>::: '''Nota 3 = Bb - 39 cents'''</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>::: '''Nota 4 = F# + 35 cents'''</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>::: '''Nota 5 = F + 7 cents''' \"]</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- Seeger lembra que a questão da elevação gradativa da afinação é algum comum para quem tem familiaridade com coros. Na música ocidental é denunciada pelos instrumentos de afinação fixa como o piano. Segundo o autor há referências na literatura que a elevação gradativa da afinação pode ser um comportamento consciente em algumas culturas.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- Roseman formulou algumas questões que Seeger resolveu levar aos Suyá:</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p># Os Suyá reconhecem quando a afinação se eleva ou abaixa?</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p># Eles têm terminologia para \"elevar\" e \"abaixar\"?</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p># Eles têm associações específicas com para elevação e rebaixamento de alturas (notas musicais)?</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p># As mudanças de altura são usadas como exemplo em suas performances?</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p># Quem controla as mudanças na altura?</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p># Qual o papel do contexto da performance na mudança de altura?</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- Seeger se pergunta: como levar essas e outras questões ao Suyá? Como fazer perguntas sobre uma característica musical para o qual aparentemente não havia nenhum termo na sua língua? Como falar de elevação se eles não tocam instrumentos que produzem tais características (como flautas)? Como poderia ser este fenômeno objeto de sua atenção e observação?</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- Diante de um impasse, já que não conseguia meios para a abordagem, Seeger armou uma estratégia:</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p># Analisar outros exemplos musicais (canções de chuva)</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p># Se inserir no fenômeno (observação participante)</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p># Uma gravação deficiente</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p># A estética masculina de uma canção em uníssono</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>'''Análise'''</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- Seeger se pergunta: poderia ter sido desgaste de baterias ou um outro defeito no próprio gravador? Poderia ter sido o fenômeno um evento isolado, fruto, por exemplo, de uma \"má\" performance?</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- Havia realmente características especiais na gravação: foi a primeira da estação de chuvas naquele ano; havia apenas quatro homens cantando quando o normal era um número bem maior.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- Seeger então selecionou e analisou gravações feitas em diferentes períodos e cerimônias para verificar somente a elevação gradativa de altura. Elas tinham sido realizadas em anos diferentes, em gravadores distintos com tipos e condições variadas de bateria e colhidas em pontos diferentes do tape. O resultado foi que a elevação gradativa de alturas foi comum em todas elas, o que o fez concluir que tal fenômeno seria encontrado em todas as performances, inclusive porque não houve, nos seus exemplos analisados, uma exceção sequer. O autor também concluiu, a partir da análise das outras canções, que mesmo a elevação gradativa de alturas sendo regular, o local e o grau de elevação não eram.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- Será que este fenômeno estaria restrito às canções de chuva? Sendo a música Suyá tão dualista, se a elevação fosse proposital neste grupo de canções, deveria haver um outro grupo sem essa característica. Então o natural grupo opositor seria o das ''dry season song'' (que eu estou traduzindo como canções de estiagem). Assim Segeer analisou quatro canções de estiagem, constatando, porém, o mesmo fenômeno. A análise de um grupo aleatório de canções de outros gêneros também obteve resultados análogos. A partir daí também ficou claro o padrão que a tendência à elevação gradativa de altura ocorria sempre com mais freqüência na primeira metade das canções e com menos intensidade na segunda metade. Seeger também notou que os Suyá variavam pouco a altura das notas iniciais, em gravações colhidas em várias partes do ano.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- Durante anos Seeger investigou outros parâmetros como duração da canção, hora do dia em que era executada ou estação, não encontrando nenhuma tendência que pudesse formular padrões.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>'''Observação participante'''</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- Seeger começa chamando atenção para a importância do contexto físico do canto.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- Seeger chega à conclusão que não havia um \"maestro\" a conduzir a performance. Há sim o um especialista em rituais que organiza a disposição dos cantores e toca o guizo para iniciar a performance (ele se chamava ''Kaikwati''). [ '''Pela descrição que se segue eu acho que Kaikwati funcionou como condutor da performance (não havia maestro nos moldes tradicionais e ocidentais, conhecidos para o autor). Como o próprio Seeger descreve, as \"ordens\" foram dadas de uma forma aural, já que era impossível aos homens verem-se uns aos outros, dada a pouca luz. Seeger também entendeu como \"erros\" dos Suyá, quando eles não reproduziam vocalmente o que era feito por Kaikwati, porque este último, inclusive, os considerou como tal''' ].</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- Depois da observação participante Seeger chega a três conclusões:</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p># As indicações dadas aos cantores são transmitidas de forma aural</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p># Existia efetivamente, na visão êmica, uma exigência de tensão vocal para se cantar apropriadamente as canções de chuva [Seeger inclusive considera como um possível fator na elevação da altura]</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p># Apesar da \"condução\" de Kaikwati, os Suyá faziam coisas que consideravam erros</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>'''A gravação defeituosa'''</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- Seeger identifica uma gravação feita por Harald Schultz em 1960 onde as vozes e os instrumentos soavam relativamente mais graves. Ele, a princípio, atribui a um possível erro de rotação durante a gravação. Então mostra essa gravação aos Suyá e, diferente do que pensava, eles acham-na bonita e dizem que \"esta é realmente a forma como cantavam os Suyá nos velhos tempos\". Seeger se pergunta: \"Como integrar à sua abordagem analítica esse ponto de vista êmico? Ele chega a analisar um outro grupo de gravações, feitas por outro pesquisador (Jesco von Putkammer) dois ou três anos depois (das de Schultz) e não identifica as vozes e instrumentos mais graves. Algum tempo depois reconhece, entre as gravações de Putkammer, a mesma canção da gravação de Schultz. Esta também não se apresentava com as características da de Schultz. Seeger conclui então que \"a gravação que o Suyá gostaram muito não era um exemplo acurado da maneira como eles cantavam em 1960\" e atribui a opinião dos Suyá sobre a referida gravação como dentro da tônica daquela idéia constante em muitas sociedades que \"o presente seria apenas uma sombra so passado\", onde as histórias transmitidas oralmente e os sentimentos saudosistas tendem a construir uma imagem idealizada do passado.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>'''Garganta profunda: a estética da canção dos Suyá'''</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- Segundo Seeger os Suyá se referem à voz como \"garganta\" que para eles \"começa bem atrás dos dentes e se estende até o osso do colarinho\".</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- Algumas atribuições dos Suyá:</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p># Uma cantor admirável = \"bela garganta\"</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p># Um cantor ruim = \"garganta fraca\"</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p># Uma pessoa rouca = \"garganta doente\"</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p># Alguém que canto alto e ruidoso = \"garganta forte\"</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p># Crianças (voz aguda) têm \"gargantas pequenas\"</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p># Homens (voz grave) têm \"garganta grande\"</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- Seeger identifica correlações aurais na construção desta estética quando, por exemplo, se se pergunta a um Suyá: - Qual o tipo de garganta que você tem? Ele responde: - Eu não sei, pergunte a alguém que esteja me ouvindo. Também reconhece questões mais relacionadas à identidade do que propriamente a qualidade de sua voz já que cantores entre os Suyá são pessoas admiradas e de prestígio.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- Seeger chama atenção para a visão dualística nos gêneros musicais dos Suyá: as canções de grito são cantadas na extremidade superior da garganta ou com \"garganta pequena\" enquanto as canções em uníssono são cantadas na base da garganta ou com \"garganta grande\".</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- As avaliações do Suyá do que seria uma bela canção, porém iam além da garganta. Incluíam a identidade dos cantores.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- \"A resposta ao mistério da elevação de altura na canções de chuva o entusiasmo dos Suyá com uma gravação defeituosa de uma canção tinham a ver, em parte, com a idade e a posição da garganta das pessoas que cantam\". Assim, no pensamento de Seeger, a gravação viria realçar as atitudes dos Suyá: quanto mais velhos os homens são, mais graves eles cantam. No caso da oscilação de altura a idade parece ser importante já que nos exemplos analisados a altura se elevava rapidamente na primeira estrofe quando os mais jovens eram convidados a se juntar ao canto. As intervenções de Kaikwati (homem mais velho, de garganta grande) também coincidem, nas análises, com momentos de queda nas alturas das notas.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- Os Suyá eram alheios quando se tratava de alturas absolutas mais muito conscientes das relações de altura.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- Numa gravação que Seeger fez onde foi ensinado por Kaikwati a jovens uma nova canção de chuva. A altura se eleva continuamente e não sofre um rebaixamento no final, como de costume, mesmo tendo Kaikwati cantado junto. O autor conclui que \"é muito provável que a idade e a estética dos Suyá tenha a ver com a o \"mistério\" da elevação de altura.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- Seeger tenta então responder às questões de Roseman:</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p># Os Suyá não verbalizam sobre possíveis elevações ou rebaixamento de alturas de notas, mesmo sendo esta uma característica muito presente em suas performances</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p># Não tinham designações para o fenômeno</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p># Não estava claro se a elevação na altura era 'significativa' ou não, no sentido de serem realizadas conscientemente. A elevação pode simplesmente existir como o resultado de outra, verbalizada, e com valores conscientes.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p># Sim, as mudanças de altura eram, em parte, usadas como exemplo em suas performances</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p># Não ficou claro para Seeger quem controlava a performance, Ele admite que o especialista em rituais controla as alturas iniciais</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p># O papel do contexto da performance na mudança de altura parece ser pequeno</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>'''Lições e reflexões'''</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- Seeger começa constatando que questões relacionadas à altura de notas (elevação, freqüências absolutas, etc.), tão importante para a cultura ocidental, é um tanto indiferente aos Suyá. Eles estavam mais interessados nas relações entre as alturas que foram associadas a idade, gênero e autenticidade dos cantores.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- O fenômeno estudado foi o resultado físico de outros processos e valores conscientes. A elevação de altura em si pode não ser significativa mas as coisas que a causaram o são. Estas incluíram a estética da canção masculina e as relações com idade e estilos de performance.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- \"Se eu tivesse investigado apenas as categorias de música nativa, eu nunca teria encontrado uma discussão sobre elevação de alturas, mesmo que esta viesse a revelar-se como característica importante da canção dos Suyá\".</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- Sobre transcrição musical</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p># Podem revelar aspectos não êmicos e levantar muitas questões. Estas podem até não conduzir a uma melhor compreensão da música mas sempre vale a pena perguntar</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p># Nunca deve ser o fim em si mas uma ferramenta na pesquisa etnomusicológica</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p># Quando há gravações, a importância documental da transcrição é bastante reduzida mas a sua importância analítica permanece</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p># Há sempre aspectos que não são revelados pelas transcrições</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- \"Porque prestamos tão pouca atenção á qualidade das notas? [na partitura, eu acho] Porque a nossa apresentação de ritmos torna tão difícl ver polirritimias? [no original esta cross rhythms''].</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- Seeger lembra de como uma colaboração entre laboratório e campo pode dar bons frutos. Existem conclusões às quais só se pode chegar depois de análises laboratoriais. Por isso é importante a preservação das gravações de campo, que, para além das questões éticas (retorno à comunidade, manutenção da história para gerações futuras) podem ser um valioso recurso da interação laboratório-campo.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- Houve uso de abordagens consideradas essenciais para a etnomusicologia: transcrição musical; observação participante para entender o papel da marcação aural durante as performances e atinar para as relações físicas do processo; o uso de gravações anteriores e a descoberta de que alguns cuidados são necessários para se tirar conclusões sobre elas; a utilização de conceitos nativos. O autor acredita que a soma de tais métodos irá conduzir antropólogos e etnomusicólogos a uma melhor compreensão das tradições orais em outras sociedades. Isto é sempre melhor que rigidez metodológica.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>- \"Há poucas certezas na antropologia e na etnomusicologia. As respostas satisfazem parcialmente, sempre. Há sempre aspectos não considerados no fenômeno estudado. A partir do desafio sugerido pela transcrição de uma simples canção, algumas características da performance e idéias sobre som dos Suyá foram clarificadas e suas implicações parecem agora mais concretas\".</p>",
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            "note": "<p>=== Introdução em formatação Citeulike===</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>'''The Ambient Belief System: an Introduction'''</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>% ''I wanted to make a kind of music that existed on the cusp between melody and texture, and whose musical logic was elusive''</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>% ''enough to reward attention, but not so strict as to demand it''. (Brian Eno, from the liner notes to Neroli, 1993)</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>Brian Eno and many other composers work in a style that fans call “dark ambient music.” As a commercial category, it enjoyed widespread recognition only in the last few years, but it dates back to 1972 and Eno’s and Robert Fripp’s No Pussyfooting, the first self-described ambient album. Contemporaneous with Eno’s experiments with “sonic wallpaper” (his term for ambient music), the industrial culture movement in England was underway, experimenting with noise, shock, and auto-destructive art, and British progressive rock and psychedelia were breaking down the traditional rock band format and moving beyond the three-minute pop song format. What ties these three movements together is that they all came out of the British art schools of the late 1960’s and early 1970s; that they were intellectual and highly planned; and that the artists involved worked in isolation -- from each other and their fans.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>Dark ambient music, which I will simply call “ambient” or “ambient music” hereafter, thus has a rich twenty five-year history of theory and philosophy, a reflection of the varied visual, sonic and written art of the art schools. Not all of ambient’s developments originated in Britain, however. In Germany, the U.S. and Canada, the source of key experimental rock groups, the genre known as “space music” developed in tandem with ambient. In New York City, minimalist composers were integrating concepts from Indian raga, experimental intonation systems, and electronic synthesis into long meditative</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>performances.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>As the compositional form of ambient music continues to evolve, there have been changes in the way fans discuss the music. Debates over what works are ambient have led many fans to conceive of the genre as a way of listening to music, rather than an established canon of compositions. In describing this, some fans mention listening rituals, altered states of consciousness, and firmly held theories about the power of the music to communicate visual imagery. In addition to studying ambient music as a compositional form, I will also present it as a belief system, and my term “ambient belief system” refers to the rituals,</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>beliefs, and sacred history that surround ambient music.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>First, I attempt to make some sense of the musical origins of ambient music, which are broader than what I described above. Chapter 1 defines six “trajectories,” which start from a cluster of musicians working in a subcultural music scene and trace their paths and ideas as they are transformed into a component of the ambient belief system. Here I also trace the history of music recording, looking critically at issues such as Walter Benjamin’s concept of musical “aura,” the debate over sampling and musical theft in other musical forms; this sets the stage for ambient composers’ justification for their compositional techniques. Chapter 2 profiles six major composers, selected primarily because of the significant amount of information on them in print. The mystique surrounding their work and personal lives mirrors their compositions and creative techniques, and to understand their appeal to fans I have suggested how each represents a certain “archetype.” In chapter 3 I look at the fan base of ambient music, including a basic ethnography and the results of surveys conducted on the Internet. A detailed profile of one ambient listener is also included.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>A tantalizing mystique surrounds the possibility that ambient music induces altered states of consciousness, particularly those thought of as “waking dreams.” Chapter 4 explores the rituals that listeners engage to attain these experiences as well as ambient music’s affinity with fantasy and science fiction literature and role playing games. As nothing exists in print on the</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>structure of ambient music or the studio techniques that are used to create it, in chapter 5 I propose why it is so difficult to analyze and offer six sample analyses of important pieces. Much of the production is hush-hush, so I can work only</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>with my anecdotes and my own knowledge of the recording studio. Chapter 6 is a case study of my own music, which I believe parallels some of the compositional structures of better known ambient composers.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>This thesis is the most recent work in a lineage of subcultural studies of postmodern popular music genres, although, as I will demonstrate, ambient music relates differently to the mainstream than other better-studied subcultures do. The main studies referenced for the construction of this work are Sarah Thornton’s Club Cultures, a look into the British underground club</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>scenes of the 1980’s; Simon Frith and Howard Horne’s Art Into Pop, which gives an excellent history of the British art school scene and the emergence of punk rock from these roots; and David Toop’s Ocean of Sound: Aether Talk, Ambient Sound and Imaginary Worlds, conceived as an aural history of the twentieth century and which includes a number of interviews with ambient, dub, and jazz musicians [1]. A major inspiration for my composer profiles were the excellent examples of cross-cultural micromusics and the studies of bimusicality in Mark Slobin’s ''Subcultural Sounds: Micromusics of the West''.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>One way in which this work differs from the works listed above -- and the main problem in organizing this thesis -- is that the ambient music scene is not dead yet. In fact, it probably has not even peaked! Thornton’s work is an invaluable study of the trendy club scene of London and how localized movements such as acid house come -- and go. The retrospective Art Into Pop</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>looks at the already passé British punk rock movement, and many of the composers profiled in Ocean of Sound are no longer alive but live on in print and CD re-issues. At the point of publication of this thesis, almost all the artists are still composing ambient music, and they continue to work (as do their fans) in an anarchistic and non-deterministic environment. It is still possible to see the incongruities of the ambient music belief system. For example, there is the tricky relationship between the purported non-commercialism of the artists and the fact that they make their living by selling CD’s; there is also the discrepancy between the living naturalistic experiences that happen in bedrooms around the world and the mass-produced disc of binary information that is created in an artificially inseminated recording studio. I imagine that as ambient music fades into memory these discrepancies will be erased. This thesis, in part, delights in the chance to witness the unpredictable evolution of a living musical form.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>---</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>[1] Two other popular music monographs consulted as sources in subcultural studies were Robert Walser’s Running With the Devil: Power, Gender, and Madness in Heavy Metal Music and Martin Stokes’ The Arabesk Debate: Music and Musicians in Modern Turkey, which are about heavy metal and Turkish pop music, respectively.</p>",
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